Fusão ou fissão?

Ah não.

Eu, incansável buscador de novidades, de propostas alternativas, de migrações mundiprovenientes, digo não. É preciso traçar uma linha e essa linha traça-se aqui.

[Interlúdio cultural. Música possante, qualquer coisa beethoveniana, quarto andamento da 6ª, por exemplo. A voz do Viegas a clamar Pessoa, aqui ao leme sou mais do que eu:/ sou um povo que quer o mar que é teu;/ E mais que o mostrengo, que me a alma teme / E roda nas trevas do fim do mundo, /Manda a vontade, que me ata ao leme, / De El-Rei D. João Segundo! (voz cava, assertiva, lágrima a assomar e garganta enovelada pela emoção). Estamos em república e o presidente não manda o que o rei podia, mas vocês estão a perceber a ideia]

É natural e interessante o multiculturalismo, a renovação de ideias, as visões diferentes.


Mas sardinhas assadas com batata frita é que não. Ah não.

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