E pronto, acabou-se o Peixe (II)

(Post dedicado especialmente @os escribas que fazem um post que acaba em (I) e se esquecem de continuar a série...)

Do lado expositivo, o Peixe (a)pareceu quantitativamente mais fraco em relação aos anos anteriores, especialmente no sector vinhos. Confesso que em quase todos os dias passei por ele como abstémio em vinha vindimada (Oh inclemência! Oh martírio! Estará por ventura periclitante a saúde desse nobre e querido menino que eu ajudei a criar?). Preferi as bancas dos produtos "gourmet" (é só a mim que soa a postiça esta moda de chamar gourmet a compotas e conservas que eram comuns nas casas portuguesas?).

Delírio pouco contido causaram-me a Inspiring Ingredients com a sua panóplia de materiais e ingredientes "de cozinha de vanguarda" e a César Castro, um empório do Porto que já devia ter aberto uma sucursal em Lisboa. E a Comimport, com o seu mundo de ingredientes asiáticos (os filamentos de piri-piri foram um sucesso entre os Chefs participantes) e mai-lo peixe-carvão do Alasca.

E os bombons de chocolate e azeite ou tomate ou roquefort ou foie gras dos SIOPA (siopaexoticchocolate@gmail.com).

E os doces conventuais da alcobacense Pastelaria Alcôa.

E o resto. E as fotos.














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