Oro no Bronze

(Fonte: VejaRio)
"Para mim é muito importante que a gente possa causa surpresa, um ingrediente que você nunca viu, uma apresentação que você nunca viu. E as técnicas que a gente usa para causar essa surpresa, na verdade são apenas meios para atingir esse fim, não são fins em si." Eis parte da proposta gastronómica do chef brasileiro Felipe Bronze, dez prémios na curta carreira de onze anos, chefe executivo e proprietário do restaurante Oro (Melhor Restaurante, no Prêmio RioShow de Gastronomia 2011, Melhor Contemporâneo e Melhor Chef pela Veja Rio e Melhor Novidade do Rio de Janeiro pelo Guia Quatro Rodas 2012).


Quando vou a um restaurante é essa expectativa de ser surpreendido que norteia a minha escolha. Expectativa cujo cumprimento varia na directa proporção do preço pedido.

Expectativa que está alta para a apresentação do chef no Peixe em Lisboa perante estas palavras, este currículo e tudo o que já li sobre ele e o seu restaurante.

Fonte: Oro ; Crédito: Tomás Rangel

Assistiremos à execução de um tartare de peixe servido dentro de um cone de açaí e tapioca?

Fonte: Oro ; Crédito: Tomás Rangel


Ou dos rolinhos de moqueca com espuma de coco acompanhados pelas “pipocas” de camarão (tempura de camarão com milho peruano gigante)?

Ou do siri mole crocante com paçoca de baru mergulhado em canjiquinha branca, coco, brotos de coentro e espuma de limão, “como se estivesse saindo de um banho, levado um caldo do mar”?

Ou de algum destes pratos de bacalhau?

Bacalhau a baixa temperatura com crocante de presunto bellota
com batatinhas, espuma de tomate defumado e azeite extra virgem
Fonte: Oro ; Crédito: Tomás Rangel

Fonte: Oro ; Crédito: Tomás Rangel

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